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BIOPODER E PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADES: UMA REFLEXÃO SOBRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Autor Principal: Melissa Probst
Resumo: Tomando por base que a Educação a Distância (EAD), como modalidade de ensino foi legitimada, no Brasil, a partir da implantação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/96), o presente estudo tem como objetivo refletir sobre a EAD na perspectiva da biopolítica, considerando os discursos de verdade que atuam sobre a produção de subjetividades. Para tanto, caracterizado como bibliográfico, o estudo está ancorado nos escritos de Foucault, mais especificamente considerando os conceitos de poder disciplinar (exercido sobre os corpos individuais) e de biopoder (exercido sobre a população). A tecnologia, aliada a tal modalidade educativa permite pensar que, em funcionamento, pode atuar como dispositivo de (bio)poder, contribuindo na produção/reprodução de códigos culturais, e, portanto, constituindo a ordem do mundo moderno. O estudo, ainda em andamento, aponta para o alinhamento entre as práticas educativas e a subjetivação dos indivíduos, apesar pautada nos discursos sobre autonomia dos sujeitos. ,
Palavras-chave: educação a distância. subjetivação. biopoder.
Modalidade: Pesquisa em Andamento Eixo: Eixo 5 - Políticas e Práticas no Ensino Superior

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