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ALTAS HABILIDADES OU SUPERDOTAÇÃO E SEXISMO: MITO OU REALIDADE?
Autor Principal: Verônica Lima dos Reis        Co-autores: Alexandra Sitta , Luciana Marolla Garcia , Vera Lucia Messias Fialho Capellini
Resumo: Compreender o estudante com Altas Habilidades ou Superdotação (AH/SD) como público alvo da educação especial (PAEE), é muito mais que trabalhar de acordo com a legislação vigente, sendo necessária a reformulação de práticas educativas e sensibilização do olhar para que não haja uma reprodução de um padrão social consolidado. As mulheres são tratadas nessa modalidade como invisíveis, por ser essa uma concepção já cristalizada pela História. Muitos mitos colaboram para dificultar a identificação dessas pessoas, dentre eles, o próprio androcentrismo. O objetivo deste estudo foi verificar junto a profissionais de educação de uma escola da rede municipal de São Paulo se os mitos que envolvem a identificação do estudante com AH/SD podem se revelar como um padrão sexista. Sessenta educadores do ensino fundamental da Prefeitura de São Paulo responderam a um questionário com 14 questões fechadas e 3 abertas (disponibilizado online). Os resultados mostram que há uma visão sexista entre os participantes, que reproduzem em suas práticas esses padrões culturalmente construídos. Considera-se que embora a educação na perspectiva inclusiva esteja fundamentada em legislação, ela ainda é timidamente implementada na realidade escolar, exigindo formação docente e ruptura de paradigmas sociais, para permitir às meninas com AH/SD o pleno desenvolvimento de suas potencialidades.,
Palavras-chave: Educação Especial. Sexismo. Superdotação.
Modalidade: Comunicação Científica Eixo: Eixo 6 - Políticas e Práticas na Educação Especial

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