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SUBJETIVAÇÃO DOCENTE E PRÁTICA PEDAGÓGICA: AGENCIAMENTOS
Autor Principal: José Eduardo Fonseca Oliveira
Resumo: A pesquisa em voga, de natureza teórica e empírica, articulou-se em torno do questionamento sobre o código que faz da escola um lugar disciplinar e de subjetivação, dito de outra forma, qual é o dispositivo que materializa as práticas de subjetivação na instituição escolar? Compreende-se que esse dispositivo é a prática pedagógica, que se tornou um saber sujeitado, responsável pela fissura entre teoria e prática e pela subjetivação docente e discente. Dessa feita, pretendeu-se no domínio teórico utilizar-se dos conceitos foucaultianos de genealogia, objetivando demonstrar a historicidade daquilo que se imaginava não ter história, que é a prática pedagógica, nesse caso uma contra história, articulada em redes de poder para uma sujeição desse saber que corrobora diretamente com os processos de subjetivação na escola. Articulou-se ainda os conceitos de biopolítica, governamentalidade e cuidado de si, para questionar, a identidade promovida pelo Estado e a real identidade docente, interrogando o estatuto do discurso e da prática pedagógica, considerando a dimensão política da docência repensando a experiência de si. Quanto à pesquisa de campo, objetivou-se perspectivar, por um lado, o entendimento que os docentes têm sobre prática pedagógica e sobre si no universo específico da área de saber de cada um, e por outro, diagnosticar a prática pedagógica como dispositivo institucional de subjetivação. Observou-se a prática pedagógica como um saber sujeitado e uma tecnologia de subjetivação.,
Palavras-chave: subjetivação. prática pedagógica. experiência de si.
Modalidade: Comunicação Científica Eixo: Eixo 11 - Profissão Docente e compromisso sociopolítico

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